Bryan&Carmen
Registo: 06 Jan 2007 Mensagens: 27
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Colocada: Sex 12 Jan 2007 11:52 Assunto: |
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| Citação: | | Quanto à aprendizagem de sucessivamente mais uma dança à medida que se vai progredindo de nível de competição tb concordo, permite a exploração mais detalhada de aspectos técnicos nas primeiras e dp restantes danças por ñ se estar sobrecarregado com todas elas simultâneamente nos primeiros tempos de aprendizagem. Digamos q permite uma evolução por etapas e objectivos planeados. |
A evolução por etapas faz-se na escola quando se aprende a dançar. Uma dança por mês, por exemplo! Não quando se está a competir.
Penso que não há prémios para a escola que leva mais pares a competição, ou há? Porque se houver, relativamente faz sentido em dois meses ensinar as bases que é preciso saber para competir em determinado escalão, deixar as outras para outra altura, para o mais rapidamente possível se mandarem pares para competições.
Não acho que isto seja benéfico. Nem para o dançarino que mal sabe contar a múscia, provavelmente, nem para o nível de dança em Portugal.
| Citação: | | Qualquer das situações utilizadas em Portugal, seja pela FPDD seja pela APPDSI ñ é, como já aqui avançaram para a última, exclusivamente portuguesa. Ambos os sistemas se baseiam no q se passa lá fora, aliás como ñ podia deixar de ser por ambas as entidades serem filiadas em organizações internacionais |
Não conheço mais nenhuma competição no mundo em que se aumente progressivamente o número de danças em competição. Da IDSF não existem. Se me mostrarem concretamente alguma em que isso aconteça, eu retiro o que disse e digo!
Realmente ambas as instituições são filiadas em organizações internacionais. No entanto, essas filiações não definem o que se passa internamente a nível de estruturas de campeonatos. Por exemplo, na FPDD, o modelo por eliminatórias com pontos seguido para a competição Taça de Portugal foi criado pela FPDD. Não precisaram de se basear em nenhum formato já existente a nível internacional. Por isso, esta regra de aumento progressivo de danças na APPDSI até pode nem ter nada a ver com o estrangeiro. A APPDSI é filiada numa entidade que reconhece os profissionais. Até aqui não há problema nenhum, uma vez que o escalão de profissionais na APPDSI funciona como todos os outros no estrangeiro, com as dez danças. Quase que poderia garantir que se a APPDSI se tentasse filiar a uma qualquer entidade que reconhecesse dançarinos amadores teria de mudar este formato de aumentos progressivo de danças.
| Citação: | A APPDSI utiliza um sistema de escrutínio q tb é utilizado em provas da IDSF ( em Salou por ex. ), onde existem regras definidas para várias situações de desempate possíveis de acontecer seja qual for o nº de pares numa Final e o nº de júris.
E o q afirmas na última frase nem sequer é verdade, ñ sei onde foste buscar essa conclusão... |
| Citação: | Imagina dois pares a disputarem o primeiro lugar(par nº1 e par nº2). TrÊs juris.
Samba: Par nº1 - 1º 1º 1º, par nº2-2º 2º 2º;
Cha cha: Par nº1 - 1º 1º 1º, Par nº2 - 2º 2º 2º;
Rumba: Par nº1 - 2º 2º 2º, Par nº2 - 1º 1º 1º;
Jive: Par nº1 - 2º 2º 2º, Par nº2 - 1º 1º 1º. |
Bem, acho que posso dizer que vou tirar esta conclusão a uma coisa chamada Matemática.
Independentemente do software de escrutínio utilizado, caso não saibas como funciona o escrutínio, isto dá empate. É por número de primeiros lugares que se atribui a classificação. Como podes ver, neste caso ambos os pares têm o mesmo número de primeiros lugares. A não ser que o software tenha como factor de desempate a beleza do vestido da dançarina, estas classificações dão resultado igual.
O que eu disse foi que o sistema é falacioso a partir do momento em que contempla UMA (nem que seja mesmo só uma) situação deste tipo. E como vÊs, este sistema de quatro danças contempla. _________________ B&C |
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